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Iliteracia normativa: Pode matar?

É o tema que está na ordem do dia. O Covid19 chegou e abalou o mundo. Quer seja por ser uma crise sanitária, quer pelos efeitos que terá após a fase sanitária (leia-se fase económica).
Apesar de toda a polémica que existe em torno do tema de devermos ou não usar máscaras de protecção de forma massiva (população), não existem dúvidas da necessidade de proteger os que estão na linha da frente. No entanto, há regras a seguir e caso não se tenha  em atenção, podemos criar situações de risco desnecessário.
Há regras, ditadas por normas, relativas a material de protecção. Estas regras garantem que o utilizador de um determinado equipamento tem o nível de protecção adequado. No entanto, o mercado foi inundado por máscaras produzidas na China (cerca de 4 mil milhões de máscaras) apenas no mês de Março. A problemática reside no facto de que estas máscaras não cumprem os requisitos da Comunidade Europeia. Mas cumprem com requisitos para o mercado, por exemplo, Norte Americano. Será que cumprem? Quem falsamente declara uma marcação CE é confiável na declaração de conformidade em normas não reconhecidas na Comunidade Europeia?
Quem compra, deverá confiar ou estará a “assinar certidões de óbito”? O “efeito rebanho” permite consciência tranquila?
Veja o vídeo onde a Inês Batuca explica este tema: https://youtu.be/lvN6OpZueTA

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