Este mês fechámos, para iniciar no próximo, 3 contratações: uma pessoa de 52 anos e dois "juniores". O que é que estes dados têm de relevante? Nada.
Na realidade contratámos 3 perfis de competência diferentes que vão ao
encontro das necessidades da nossa actividade, agora e no futuro.
Os 52 anos não são 52 anos. São uma experiência específica e forma de
ver as coisas que coincidia com uma necessidade que tínhamos.
Os "júniores" são jovens com características pessoais especiais que
queremos trabalhar para ter resposta às necessidades futuras.
Mas no final, estes 3 elementos são na realidade um conjunto de
características que vão ao encontro das nossas necessidades. Apenas isto.
Com isto crescemos. No imediato e no futuro.
Assim devem ser geridas as competências. Mais do que um plano de
formação para cumprir calendário ou um conjunto de diplomas com os quais
não podemos fazer nada (até hoje não vi um diploma que sozinho tivesse
feito o trabalho) temos de identificar as necessidades e dar resposta às
mesmas, desenvolvendo pelos meios que são eficazes, as capacidades de
"saber fazer" para o imediato e para o futuro. E isto nem sempre passa
por um plano de formação.
Comentários
Enviar um comentário